Outras vidas no CEAN – Tesourinha

Final de julho, início de agosto, não falha, é como um relógio: as tesourinhas (Tyrannus savana) chegam a Brasília vindas da Amazônia, e ficam por aqui até começo de março.

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Tesourinhas adaptam-se muito bem às cidades. Chegam, formam casais, constroem os ninhos e começam a reprodução. Os filhotes nascem no início das chuvas, o que coincide com o aumento do número de insetos, seu alimento. É comum vermos tesourinhas atacarem aves bem maiores, como carcarás que tentam predar o ninho, ou mesmo pessoas que passem perto de um.

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O nome tesourinha é uma referência à longa cauda dessas aves, um pouco mais longa no macho do que na fêmea. O gênnero, Tyrannus, vem do latim e se refere à crista das tesourinhas e a seu comportamento agressivo quando ameaçada. O nome específico, savana, fala de sua preferência por áreas abertas, como o cerrado.

Saiba mais em http://www.wikiaves.com.br/.

Fotos Daniel Louzada.

 

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